0s 25 times mais valiosos do Brasil em 2014 - Cruzeiro lidera novamente

O final de ano chegou e com ele voltam os rankings, ao lado das premiações.
Como de hábito, vamos aos 25 times mais valiosos do Brasil de acordo com os levantamentos e análises efetuados pela Pluri Consultoria.
Essa já é a quarta edição desse trabalho e teremos, ainda, os atletas e campeonatos mais valiosos, do Brasil e do mundo.
Veremos hoje, como está no título e na introdução, os times mais valiosos e não clubes mais valiosos. É bom deixar bem claro para evitar dúvidas e interpretações equivocadas.
Vamos, então, a alguns destaques desse levantamento. Além do ranking dos 25 clubes mais valiosos do Brasil, temos também a evolução de todos eles e de cada um, desde 2011. Essa é uma informação interessante para o torcedor, independentemente de se concordar ou não com os critérios dos autores. O que importa é que usando os mesmos critérios de avaliação, temos agora uma visão de 4 anos, 4 temporadas, sobre as variações de cada equipe.
- Os 25 times mais valiosos do Brasil fecharam 2013 com valor de mercado total de seus elencos de € 856,6 milhões, o equivalente a R$ 2,87 bilhões; esse é o menor valor dos últimos 4 anos e 0,6% inferior ao de 2013, que foi de € 862 milhões;
- Pelo segundo ano seguido, o Cruzeiro termina com o elenco mais valioso do País: € 81,7 milhões (R$ 273 milhões), o maior da história do clube; em seguida vêm São Paulo com € 70,4 milhões (R$ 236 milhões) e Atlético-MG com € 58,3 milhões (R$ 195 milhões);
- Além de liderar o ranking, o valor do elenco Cruzeiro também foi o que mais cresceu no ano de 2014: +27,2% em relação a 2013; em seguida vem o Sport com +26,6% e o São Paulo com +26,0%; vale lembrar que este aumento não se deve somente à valorização do elenco, pois incorpora também as entradas e saídas de atletas;
- Por outro lado, o valor do elenco do Botafogo caiu 39% em 2014, seguido pelo Criciúma com -24% e o Grêmio com -19%;
 Pela primeira vez, dois times entre os de maior torcida não aparecem entre os 12 maiores: Vasco (16º) e Botafogo (13º) cederam suas posições para Atlético-PR e Coritiba;
São Paulo e Corinthians são os únicos times que aparecem entre os 5 mais valiosos do Brasil em todas as edições do ranking.



Números prestam-se a muitas coisas e às mais variadas interpretações. É inegável, porém, que transmitem bons retratos da realidade, ainda que parciais. É o que vemos na evolução dos valores totais dos nossos 25 times mais valiosos. Na verdade, uma involução, um retrocesso.
Entre 2014, o mítico “ano da Copa” e 2012, temos uma redução de 19,2% no valor desses times. Se o parâmetro for 2011, a redução não é tão alta – apenas 8,6%. Mesmo assim é significativa.
Jogadores preciosos foram embora. Muitos vieram, mas, como sempre, jogadores sem sucesso na Europa ou em final de carreira. Raros são os que contribuem de forma significativa com seus empregadores e torcedores. Um ou outro ainda compensa a baixa eficiência no campo com atividades fora dele, melhorando a imagem de seus clubes ou até permitindo faturar alguns caraminguás com ações de marketing dirigidas. Nada, porém, que sequer chegue perto do que custam para seus times. Ao mesmo tempo, essa síndrome de uma volta gloriosa a uma passado igualmente glorioso, o que muitas vezes só é verdade na lembrança generosa do torcedor, acaba por inibir ou sepultar jovens valores saindo ou recém-saídos das divisões de base. Para esses, faltam espaços, dedicação, carinho e, por que não citar, até o dinheiro.
E o ciclo vai se reproduzindo.


O final de ano chegou e com ele voltam os rankings, ao lado das premiações.
Como de hábito, vamos aos 25 times mais valiosos do Brasil de acordo com os levantamentos e análises efetuados pela Pluri Consultoria.
Essa já é a quarta edição desse trabalho e teremos, ainda, os atletas e campeonatos mais valiosos, do Brasil e do mundo.
Veremos hoje, como está no título e na introdução, os times mais valiosos e não clubes mais valiosos. É bom deixar bem claro para evitar dúvidas e interpretações equivocadas.
Vamos, então, a alguns destaques desse levantamento. Além do ranking dos 25 clubes mais valiosos do Brasil, temos também a evolução de todos eles e de cada um, desde 2011. Essa é uma informação interessante para o torcedor, independentemente de se concordar ou não com os critérios dos autores. O que importa é que usando os mesmos critérios de avaliação, temos agora uma visão de 4 anos, 4 temporadas, sobre as variações de cada equipe.
- Os 25 times mais valiosos do Brasil fecharam 2013 com valor de mercado total de seus elencos de € 856,6 milhões, o equivalente a R$ 2,87 bilhões; esse é o menor valor dos últimos 4 anos e 0,6% inferior ao de 2013, que foi de € 862 milhões;
- Pelo segundo ano seguido, o Cruzeiro termina com o elenco mais valioso do País: € 81,7 milhões (R$ 273 milhões), o maior da história do clube; em seguida vêm São Paulo com € 70,4 milhões (R$ 236 milhões) e Atlético-MG com € 58,3 milhões (R$ 195 milhões);
- Além de liderar o ranking, o valor do elenco Cruzeiro também foi o que mais cresceu no ano de 2014: +27,2% em relação a 2013; em seguida vem o Sport com +26,6% e o São Paulo com +26,0%; vale lembrar que este aumento não se deve somente à valorização do elenco, pois incorpora também as entradas e saídas de atletas;
- Por outro lado, o valor do elenco do Botafogo caiu 39% em 2014, seguido pelo Criciúma com -24% e o Grêmio com -19%;
 Pela primeira vez, dois times entre os de maior torcida não aparecem entre os 12 maiores: Vasco (16º) e Botafogo (13º) cederam suas posições para Atlético-PR e Coritiba;
São Paulo e Corinthians são os únicos times que aparecem entre os 5 mais valiosos do Brasil em todas as edições do ranking.



Números prestam-se a muitas coisas e às mais variadas interpretações. É inegável, porém, que transmitem bons retratos da realidade, ainda que parciais. É o que vemos na evolução dos valores totais dos nossos 25 times mais valiosos. Na verdade, uma involução, um retrocesso.
Entre 2014, o mítico “ano da Copa” e 2012, temos uma redução de 19,2% no valor desses times. Se o parâmetro for 2011, a redução não é tão alta – apenas 8,6%. Mesmo assim é significativa.
Jogadores preciosos foram embora. Muitos vieram, mas, como sempre, jogadores sem sucesso na Europa ou em final de carreira. Raros são os que contribuem de forma significativa com seus empregadores e torcedores. Um ou outro ainda compensa a baixa eficiência no campo com atividades fora dele, melhorando a imagem de seus clubes ou até permitindo faturar alguns caraminguás com ações de marketing dirigidas. Nada, porém, que sequer chegue perto do que custam para seus times. Ao mesmo tempo, essa síndrome de uma volta gloriosa a uma passado igualmente glorioso, o que muitas vezes só é verdade na lembrança generosa do torcedor, acaba por inibir ou sepultar jovens valores saindo ou recém-saídos das divisões de base. Para esses, faltam espaços, dedicação, carinho e, por que não citar, até o dinheiro.
E o ciclo vai se reproduzindo.


 
Layout por Layous Ceu Azul | Cruzeiro Torcedor | por: Willian Ernani